Ok.
Eu erro.
Você erra.
Nós erramos...
Das tantas vezes em que isso acontece, há quando é sem querer, quando é sem saber, por medo e até muitas vezes por acreditar que estamos acertando. Mas dentre eles, existe o erro recorrente, conhecido, de total consciência. Aquele que já sabemos onde começa e principalmente onde termina, e que mesmo assim vamos nos apropriando, o utilizando, sempre com a esperança de que o estrago seja o mínimo possível.
Com o passar do tempo a gente chega a se afeiçoar, de alguns deles passamos a gostar de verdade. Vamos nos acostumando com os estragos, driblando os efeitos e geralmente isso acontece pois, de alguma forma, eles são acompanhados de algum tipo de perdão, interno ou externo.
O que a gente acaba esquecendo é que pouco a pouco, quando aparece, é ele quem fica no comando. Pouco a pouco vamos perdendo a mão e quando nos damos conta , já abriu um buraco enorme.
Aí é quando o perigo bate a nossa porta, quando começamos a pensar "Não tenho mais o que perder.." ou o constante (inclusive não só pensado, mas dito) "Eu sou assim, isso já faz parte de mim." A partir daí passamos a colecionar, amigos perdidos, frases infelizes, corações feridos, antipatias`gratuitas, saúde estragada, etc etc etc...
Já nem se sabe mais se o erro vale a pena de verdade, mas vira e mexe, lá estamos novamente.
O perdão, a essa altura fica lá atrás, perdido, aparentemente sem importância.
Quando no fundo é só o que buscamos.
O problema é que geralmente quando o perdão chega, já não se tem muito o que fazer com ele.
Das tantas vezes em que isso acontece, há quando é sem querer, quando é sem saber, por medo e até muitas vezes por acreditar que estamos acertando. Mas dentre eles, existe o erro recorrente, conhecido, de total consciência. Aquele que já sabemos onde começa e principalmente onde termina, e que mesmo assim vamos nos apropriando, o utilizando, sempre com a esperança de que o estrago seja o mínimo possível.
Com o passar do tempo a gente chega a se afeiçoar, de alguns deles passamos a gostar de verdade. Vamos nos acostumando com os estragos, driblando os efeitos e geralmente isso acontece pois, de alguma forma, eles são acompanhados de algum tipo de perdão, interno ou externo.
O que a gente acaba esquecendo é que pouco a pouco, quando aparece, é ele quem fica no comando. Pouco a pouco vamos perdendo a mão e quando nos damos conta , já abriu um buraco enorme.
Aí é quando o perigo bate a nossa porta, quando começamos a pensar "Não tenho mais o que perder.." ou o constante (inclusive não só pensado, mas dito) "Eu sou assim, isso já faz parte de mim." A partir daí passamos a colecionar, amigos perdidos, frases infelizes, corações feridos, antipatias`gratuitas, saúde estragada, etc etc etc...
Já nem se sabe mais se o erro vale a pena de verdade, mas vira e mexe, lá estamos novamente.
O perdão, a essa altura fica lá atrás, perdido, aparentemente sem importância.
Quando no fundo é só o que buscamos.
O problema é que geralmente quando o perdão chega, já não se tem muito o que fazer com ele.
Jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos.
(Camões)