Na fadiga do domingo
um sopro do antigo me atinge,
trazendo aos olhos,
o que não mais havia na memória.
Ela a Dama.
Ele o Vagabundo.
Dos dois a história
que leva ao passado,
me fazendo desejar o futuro.
Mais que o romance,
a liberdade.
Mais que a fantasia,
a lealdade.
Ela a Dama.
Ele o Vagabundo.
E eu?
A Ana com os olhos de criança!
Verdade ou mentira? Bem, já disseram uma vez que se a lenda for mais interessante que a verdade, publique-se a lenda. Verdade? Mentira? Sei não... mas foi assim!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
E vamos botar água no feijão!
Não sei bem como e quando foi que começou.
Na verdade nada de muito novo, reencontra um amigo aqui que apresenta outros amigos ali, que acabam amigos dos seus amigos e quando se dá conta, nasce uma turma de "novos amigos de infancia".
É, acho que foi isso o que aconteceu conosco!
De uns meses pra cá, entre amigos antigos e "novos de infancia", desfrutamos de momentos absoltutamente incríveis.
Seja com uma cervejinha após o ensaio da banda, uma reunião do livro (livro? que livro?), um poker de quarta, um crepe de quinta ou uma festança de reveillon, há sempre riso de sobra, loucuras gostosas, abraços sinceros, conversas profundas e a vontade infinita de prorrogar cada minuto!
Não importa o quanto somos diferentes, na idade, no gosto musical ou em nossas histórias de vida, a questão é que não há espaço para nada negativo, nada pesado!
Bem sabemos, que não demora muito e aparece uma desavença, um ou outro se afasta, as piadas de sempre vão perdendo a graça e assim por diante. Ossos duros de qualquer convivência.
Mas enquanto esse tempo não chega, vamos botar água no feijão e continuar saboreando as delícias dessa turma onde a principal regra é deixar a felicidade entrar!
Há cada um de vocês meus sorrisos de agradecimento e beijos no juízo (quem?)!
Na verdade nada de muito novo, reencontra um amigo aqui que apresenta outros amigos ali, que acabam amigos dos seus amigos e quando se dá conta, nasce uma turma de "novos amigos de infancia".
É, acho que foi isso o que aconteceu conosco!
De uns meses pra cá, entre amigos antigos e "novos de infancia", desfrutamos de momentos absoltutamente incríveis.
Seja com uma cervejinha após o ensaio da banda, uma reunião do livro (livro? que livro?), um poker de quarta, um crepe de quinta ou uma festança de reveillon, há sempre riso de sobra, loucuras gostosas, abraços sinceros, conversas profundas e a vontade infinita de prorrogar cada minuto!
Não importa o quanto somos diferentes, na idade, no gosto musical ou em nossas histórias de vida, a questão é que não há espaço para nada negativo, nada pesado!
Bem sabemos, que não demora muito e aparece uma desavença, um ou outro se afasta, as piadas de sempre vão perdendo a graça e assim por diante. Ossos duros de qualquer convivência.
Mas enquanto esse tempo não chega, vamos botar água no feijão e continuar saboreando as delícias dessa turma onde a principal regra é deixar a felicidade entrar!
Há cada um de vocês meus sorrisos de agradecimento e beijos no juízo (quem?)!
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