Repetindo antigos erros, seguimos pela ansia do brilho no olhar, da barriga gelada, do sorriso que escapa antes de dormir, da luta contra o medo, do olhar na mesma direção...
Assim caminhamos em busca daquilo que nos ensinaram como ideal, daquilo que nos prove que poesias, músicas e histórias existem de verdade.
No decorrer do caminho acreditamos e desacreditamos uma porção de vezes. Sempre diante de um novo fim ou de um novo começo.
A grande verdade é que lançamos esta crença à sorte, tirando de nós mesmos a responsabilidade pelos acertos e erros diante dos começos e fins. Assim, na maioria das vezes não nos damos conta de aprender o tanto que cada história vivida nos ensinou.
Assim caminhamos em busca daquilo que nos ensinaram como ideal, daquilo que nos prove que poesias, músicas e histórias existem de verdade.
No decorrer do caminho acreditamos e desacreditamos uma porção de vezes. Sempre diante de um novo fim ou de um novo começo.
A grande verdade é que lançamos esta crença à sorte, tirando de nós mesmos a responsabilidade pelos acertos e erros diante dos começos e fins. Assim, na maioria das vezes não nos damos conta de aprender o tanto que cada história vivida nos ensinou.
"Enquanto não superarmos
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer
emocionalmente.
Enquanto não atravessarmos
a dor de nossa própria solidão,
continuaremos
a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes,
é necessário ser um."
(Fernando Pessoa)
a ânsia do amor sem limites,
não podemos crescer
emocionalmente.
Enquanto não atravessarmos
a dor de nossa própria solidão,
continuaremos
a nos buscar em outras metades.
Para viver a dois, antes,
é necessário ser um."
(Fernando Pessoa)
Nenhum comentário:
Postar um comentário