Ah esse tempo teimoso que insiste em passar voando, tão rápido que quando a gente se dá conta ele já passou "há tempos".
Mesmo que não nos demos conta, ele vai passando e com ele leva nossa inocência, ingenuidade, nossa cara sem marcas, as calças que já não nos servem e por vezes leva ate nossa imaturidade.
Assim, quando a gente se percebe ele levou tudo, mas trouxe muito!
Essa semana, em uma feliz coincidência, tive a sorte de reencontrar figuras da infância e da adolescência, que não via há doze e há nove anos!
Em ambos os encontros, as tantas histórias se perdem entre os sorrisos e a frase de "Caraca! Quanto tempo!", que geralmente é repetida a cada cinco minutos. Os olhares tentam reconhecer o rosto, os trejeitos e trazem à memória as doces lembranças.
Mas em algum momento, algo invade o olhar e é como se nunca tivéssemos deixado de ver aquelas figuras. De repente somos tomados pela sensação de que por mais que o tempo passe [e ele passa], há algo em nós e entre nós que não muda e não passa nunca.
À esses queridos que me encheram o peito de alegria e uma gostosa nostalgia, meus sorrisos de agradecimento.
À você, teimoso tempo, sorrio também por me trazer essas sensações!
E fica a máxima: Não terminamos ou começamos nada... estamos sempre continuando!
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