
Lá fui eu, novamente, assistir As Pontes de Madison.

É antigo e é a clichê, mas é um dos meus preferidos, confesso.
O filme conta a história de Francesca, uma dona de casa dedicada que em uma das viagens do marido para exposições de animais, conhece Robert, um fotógrafo aventureiro que já conhece quase todos os lugares do mundo e nunca se prendeu a mulher nenhuma. Os dois acabam se apaixonando e vivendo uma das histórias mais fortes que já vi por aí em filmes.
Lembro-me da primeira vez em que assisti. Eu e Denise Suzuki, minha melhor amiga dos tempos de colégio. Não deveríamos ter mais de 12 anos e ao invés de ir ver Chaves, ou qualquer coisa assim, passávamos as madrugadas de sábado assistindo os filmes do pai dela. Tenho a lembrança viva de quando o filme terminou, olhamos uma para outra, chorando, e não trocamos uma só palavra.
Lembro-me da primeira vez em que assisti. Eu e Denise Suzuki, minha melhor amiga dos tempos de colégio. Não deveríamos ter mais de 12 anos e ao invés de ir ver Chaves, ou qualquer coisa assim, passávamos as madrugadas de sábado assistindo os filmes do pai dela. Tenho a lembrança viva de quando o filme terminou, olhamos uma para outra, chorando, e não trocamos uma só palavra.
Claro que éramos meninas demais, mas tenho a nítida sensação que foi naquele dia em que nos demos conta de que existia algo mais forte e doloroso, do que nossas paixões não correspondidas no colégio.
Nesses quinze anos, aprendi bastante sobre histórias fortes e dolorosas, mas hoje, quando o filme termina me dou conta de que Francesca, me faz acreditar mais na existência do amor e em suas infinitas formas.
Mesmo assim, chorando de soluçar, sussurro "abre, abre", na cena mais forte de todo filme.
Nesses quinze anos, aprendi bastante sobre histórias fortes e dolorosas, mas hoje, quando o filme termina me dou conta de que Francesca, me faz acreditar mais na existência do amor e em suas infinitas formas.
Mesmo assim, chorando de soluçar, sussurro "abre, abre", na cena mais forte de todo filme.
"não posso começar uma vida nova, abandonando tudo que já construi até agora...levaria minha vida passada e todos que tiveram nela, mesmo a muitos km de distância...e me culparia por te amar tanto."
4 comentários:
Nunca assisti esse filme. Mas topo, se me convidares...
Por que diabos você some?
Pra sempre voltar pra você, oras...
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