Ando tão sem paciência. Tanto.
Não é mau humor, na maior parte do tempo estou bem, bastante sorridente até, mas em poucos segundos algo me irrita e eu acabo sendo grosseira. Muito.
Tô com a sensação que eu entrei na sala da TPM e não tô achando a porta de saída. Porque apesar de ter que conviver com a tal "tendência pra matar" durante mais de uma semana no mês, dessa vez não é ela, sou eu. Desesperador. Juro.
Nunca fui muito paciente, mas agora a coisa agravou de vez. Do jeito que o pensamento vem, ele sai e geralmente não traz boas noticias. Me sentindo um velho-ranzinza-arrogante. Credo.
Eu sei, a fase é de mudança e isso desequilibra. Eu sei. Mas não quero essa sensação de tolerância zero, não. Não quero perder minha velha e boa preguiça das pessoas, mas não preciso querer matá-las. Ou não.
Lembro do meu pai, na área de serviço do apartamento que morava aqui em São Paulo, andando de um lado para o outro dizendo "Dai-me paciência senhor, dai-me paciência". Era o jeito que ele encontrava de se acalmar pra não machucar a gente e ele não machucava, mas também não se acalmava. Espero que funcione comigo. Mesmo.
Eu tô exagerando. Claro.
Mas tenho me irritado facilmente mesmo e isso tem me dado cada vez mais vontade de ficar sozinha. Respiro fundo e penso na Patagônia. Nunca desejei tanto que tempo voasse. Treze dias. Tá chegando.
Calma, Ana. Calma
Não é mau humor, na maior parte do tempo estou bem, bastante sorridente até, mas em poucos segundos algo me irrita e eu acabo sendo grosseira. Muito.
Tô com a sensação que eu entrei na sala da TPM e não tô achando a porta de saída. Porque apesar de ter que conviver com a tal "tendência pra matar" durante mais de uma semana no mês, dessa vez não é ela, sou eu. Desesperador. Juro.
Nunca fui muito paciente, mas agora a coisa agravou de vez. Do jeito que o pensamento vem, ele sai e geralmente não traz boas noticias. Me sentindo um velho-ranzinza-arrogante. Credo.
Eu sei, a fase é de mudança e isso desequilibra. Eu sei. Mas não quero essa sensação de tolerância zero, não. Não quero perder minha velha e boa preguiça das pessoas, mas não preciso querer matá-las. Ou não.
Lembro do meu pai, na área de serviço do apartamento que morava aqui em São Paulo, andando de um lado para o outro dizendo "Dai-me paciência senhor, dai-me paciência". Era o jeito que ele encontrava de se acalmar pra não machucar a gente e ele não machucava, mas também não se acalmava. Espero que funcione comigo. Mesmo.
Eu tô exagerando. Claro.
Mas tenho me irritado facilmente mesmo e isso tem me dado cada vez mais vontade de ficar sozinha. Respiro fundo e penso na Patagônia. Nunca desejei tanto que tempo voasse. Treze dias. Tá chegando.
Calma, Ana. Calma
2 comentários:
Por que se não houver um `drama psiciano` não tem a mínima graça!!!
A graça mora naquilo que quem dramatiza explica melhor do que a explicação comum....
Continuo usando o mesmo método: Dai-me paciência Senhor! E você que pensa que não funciona. Nessas horas conversar com Deus ajuda. Beijo do pai. Pontes/10
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